Modernização de sistemas legados com IA, sem parar a operação.
Modernizar um sistema legado com IA é usar agentes de código para ler o que o sistema faz hoje e construir o substituto ao lado, trocando por partes enquanto o antigo continua atendendo.
Um legado crítico que não pode sair do ar.
Modernizar um sistema legado, neste caso, é ler o código que ainda atende e construir o substituto ao lado. A refatoração de sistema legado acontece por partes, com supervisão humana e cada sessão rastreável. A modernização de legado começa na Knowledge base: agentes de código leem tudo o que existe antes de escrever qualquer linha nova.
Ler antes de escrever.
Quem escreveu foi embora e a documentação envelheceu. O que ainda vale das regras do negócio está no sistema que roda hoje. Para saber se o seu sistema já chegou a esse ponto, veja o que é um sistema legado e os sinais de risco mais comuns.
- 01 Ler
- Todo o código e toda a documentação existentes entram na Knowledge base antes de qualquer linha nova.
- 02 Construir ao lado
- O sistema novo nasce tipado e instrumentado, com cada sessão rastreável.
- 03 Conferir
- As regras que saem do sistema antigo são conferidas com o comportamento dele, não com a documentação.
- 04 Trocar
- A substituição é planejada com o seu time e acontece por partes. Cada parte entra depois de conferida.
A plataforma não vai embora depois da troca. Sustentação faz parte da plataforma.
O que cada etapa faz no sistema que já roda.
- Knowledge base
- Código, documentação e dados anonimizados entram antes de qualquer linha nova. As regras saem do comportamento em produção, não da documentação antiga.
- Construção e refatoração
- Agentes de código escrevem o sistema novo ao lado do atual. O que está no ar continua atendendo.
- Observabilidade
- Cada sessão guarda o pedido, os passos, o modelo, o custo e a autoria.
- Sustentação
- Entram chamados, saem correções, com o time supervisionando. A plataforma não entrega e vai embora.
Onde a troca costuma quebrar.
- Regra só no código
- A documentação envelhece. A leitura parte do código que roda e do que o sistema faz de fato.
- Uma troca que derruba o que atende
- O sistema atual continua no ar. Cada parte é conferida antes de entrar. O raio de uma falha encolhe; ela não some.
- Uma sessão que ninguém explica
- Pedido, passos, modelo, custo e autoria ficam na sessão. Sem esse registro, a velocidade não é auditável.
- Autonomia além do que o time lê
- A plataforma para no nível 4. Humanos leem o que vai para produção, e o time define o limite. O nível 5 é dark factory, e a plataforma para antes dele.
Uma plataforma de assinaturas com oito anos em produção.
Implantação 01
Dr. Consulta · plataforma de assinaturas
Oito anos em produção · Desafio B, refatorar legado
Velocidade e custo aparecem primeiro. Exatidão decide se os dois valem alguma coisa.
Cada parte refatorada é conferida contra o comportamento do sistema antigo antes de entrar.
Não pelo sistema inteiro.
A plataforma entra por uma parte que dá para conferir de ponta a ponta, normalmente a que mais consome manutenção hoje. Essa parte é refatorada e vai para produção antes que a próxima comece. Para software que ainda não existe, o método está em projeto novo com agentes de código.
O sistema continua sendo seu.
O que se pergunta antes de implantar.
Dá para modernizar sem tirar o sistema do ar?
O sistema atual continua atendendo. O novo é construído ao lado, e cada parte entra depois de conferida. Uma falha continua possível; o que muda é o tamanho do estrago.
O que a plataforma faz primeiro?
A primeira passagem é a leitura: código e documentação existentes viram a Knowledge base. Escrever começa só depois dessa leitura.
Isto é uma dark factory?
Não. Dark factory é o nível 5, código que ninguém lê antes de entrar em produção. A plataforma para no nível 4: o time lê o que vai para produção e define o limite.
Que resultado a plataforma já mostrou?
O case da Dr. Consulta: um sistema com anos em produção, em que uma feature que levava duas semanas passou a levar até três dias, e o custo de infraestrutura ficou 75% menor que no período anterior à modernização. A feature é um exemplo representativo, não uma medição do backlog inteiro.
O código sai da rede?
O repositório não sai para um SaaS da Ithaca: a plataforma roda do lado de dentro do firewall, na nuvem ou no data center do cliente. As chamadas aos modelos seguem a política que o cliente define (provedor, região e contrato). O código continua da empresa, e cada sessão fica registrada, com autoria.
Por onde a implantação começa?
Começa por uma parte só, conferível do início ao fim, quase sempre a manutenção mais pesada. O sistema inteiro fica para depois.
Como modernizar um sistema legado com agentes de código: passo a passo
Por que a plataforma não é uma dark factory
Observabilidade de agentes de código
Desenvolvimento de software com IA, com supervisão humana

